Um comentário sobre “Garçon, por obséquio, um saco de pão pra eu enfiar minha cara”

Olá, gente de bem…

Muito tempo sem escrever (adivinhem porquê!) mas cá estou eu trazendo o comentário que fiz no Blog da DonaFabis (ai ai meu coração que se aguente!). Infelizmente não tenho como trazer o texto na íntegra, mas basta saberem que trata-se de um pequeno incidente ocorrido quando esta debulhava o álbum de fotos de uma Amiga.

Ao deparar-se com a ausência de sua foto no álbum intitulado “>>>AMIGOS<<<” a mesma foi de súbito tomada por um sentimento nada legal (etc. etc…). A ausência naquele álbum foi logo esclarecida quando encontrou-se lembrada num outro que a colocava num patamar superior das relações afetivas…

Daí comento o que segue:

Trabalhando no ramo de TI já há algum tempo, fiquei mais horas com os olhos diante do micro que dentro das pálpebras, pude acompanhar desde seu início a revolução que o Orkut representa nas relações humanas. Primeiro por viabilizar reencontros inimagináveis em outras ferramentas de interação na Web. Depois, de modo assustador, por promover desencontros também impensáveis…

Essa revolução, que vem ocorrendo em paralelo com outras tantas que só de lembrar assustam os mais conservadores ou temerosos tradicionalistas, tem sim causado muito mais estardalhaço na vida do que podem suportar os “menos resolvidos” com questões como individualidade, privacidade, fidelidade, dentre outras também polêmicas.

Sobre o tema do Post umas pessoas empenharam-se em criar uma comunidade de que faço parte num ato de protesto: “O Orkut por vezes me fode” ou coisa parecida.

É impressionante ver como somos afetados por nossas opiniões e relatos. Há algum tempo atrás eu mesmo me vi sendo forçado a mudar minha forma de tratar amigos(as) no Orkut [nada diferente do que fazia pessoalmente] pelo fato de que isso abalava as opiniões sobre a “exclusividade” dos meus sentimentos.

Aqui temos um caso de final feliz em que tudo se esclarece sem novela. Mas não são comuns estes casos. O mais comum é a opção pelo “Orkuticídio” em detrimento da liberdade de expressão.

Já cogitei algumas vezes ato trágico expresso no neologismo acima, mas também num ato de protesto rebati as acusações e permaneci. A partir daí, como consequência inevitável, minha apatia participativa no Orkut está há “milênios luz” do que eu sou pessoalmente.

Será que isso é bom ou ruim? Será que tenho mesmo dupla personalidade? Oh God! Help me!

Quanto á ao amor [tratado naquele Post]… bem… isto é tema pra outro comentário… talvez mais longo que este…

Algo pra fazer a diferença

Por enquanto, não muito pra dizer.

De tempos em tempos, de modo nada regular, deixarei registrado aqui conteúdo que pode ter alguma utilidade para alguém. Seja na minha área profissional (TI) que me sustenta e impulsiona minha sede de conhecimento, seja na minha área “quase-profissional” que dá o alívio para o meu espírito artístico reprimido pela falta de tempo, afinal, quem me conhece sabe que organização do tempo não é dos meus melhores talentos: estou falando de música.

E por falar em música, vou assumir publicamente um compromisso íntimo de cumprir duas metas até meu próximo aniversário: fazer minha inscrição na OMB (Ordem dos Músicos do Brasil) e aprender a tocar/cantar direito, com o rigor técnico necessário para fluir o artistico. Não me questione a ordem em que isso vai acontecer [risos]. Esta última implica sessões de fonoaudiologia e aulas de canto, teoria musical acompanhadas de muitos exercícios.

É delicado manter mais um Blog na internet com tantos espalhados por aí com os mais diversos assuntos, conteúdo, profundidade e seriedade. Contudo tenho ainda a esperança de fazer a diferença nesta existência minha.

Agora, deixando de lado as divagações, despeço-me deixando um abraço e um trecho de música que pra mim é o mais condensado e relevante: “All you need is love” (The Beatles)

All you need is love (156 Countries Sing Together for the Starbucks Love Project)