Pesquisa com música e seus efeitos no tratamento do câncer de mama.

Avanços em pesquisa sobre efeitos da música em tratamentos de câncer.

Eu sempre disse a música representa um elo ainda imaculado entre nós e o “Agente da Criação”. Não vale aqui considerar estilos, este e aquele grupo. Falo da música enquanto fenômeno mais físico do que cultural.Esta pesquisa mostra a nós o quanto estamos distantes da compreensão da vida no universo.Não deixem de ouvir.

Quando eu for professor…

Ontem enquanto prestava suporte técnico pra minha tia conversávamos sobre o caso Jair Bolsonaro e outras esculhambações.

Na minha humilde opinião, como sempre sugere uma amiga, é claro perceber que nosso país [e talvez outros] caminha para o que ouso chamar de “Super Decadência Humana”.

Recentes acontecimentos na política, cultura e, sobretudo, na educação me levam a crer que  país carece fortemente de Educadores que ao contrário da tendência, contribuam para um novo alavancar do conhecimento.

Meu Post It na Testa de hoje é pra me lembrar que quando eu for professor, dedicarei minha saúde pra honrar os meus mestres no sentido de contribuir para a evolução de nossa espécie e não para a iminente derrocada de todo conhecimento valioso produzido até aqui.

Até o próximo.

Sobre o Post It na Testa

A idéia inicial é dar repercussão pra algumas Notas Mentais que vou concebendo durante os dias corridos de trabalho, estudo e tédio.

Em resumo, pequenas idéias, absurdas ou não, que podem vir se materializar em alguma contribuição pra um dia-a-dia menos ordinário.

Não há restrição de tema embora eu tenha os meus preferidos.

Muito mais, sempre!

Olá pessoas!

Bandite
Estréia na Stadt Bier

Depois de algum tempo ausente por motivos de força maior e praticamente nenhuma lucidez a que estive submetido, nada mais justo do que retomar os escritos aqui com boas notícias. Quer dizer, nem tudo são boas notícias, mas também fazem parte da nova fase que estou experimentando.

Depois de amargar a derrota numa disputa mortal entre amor e loucura (leiam isso aqui), passei a dedicar-me ao novo projeto musical no formato “power trio”. Na verdade o projeto já é antigo, mas por algumas questões de ordem emocional/contratual, sofreu algumas modificações que vão indo muito bem, obrigado!

O projeto tem por objetivo dar uma roupagem diferente pra músicas consagradas das décadas de 60 em diante. Claro que esbarrando na minha limitação como músico apenas nas horas vagas. E fique bem claro que tem sido poucas mesmo. Contudo e felizmente essa limitação não tem causado a insatisfação de quem nos tem ouvido. Pelo contrário.

O repertório vem sendo trabalhado com o intuito de surpreender quem estiver ouvindo pela inusitada variedade de grupos homenageados em nossa proposta. Estamos nos dedicando com afinco pra poder proporcionar momentos muito bacanas pra todos que se dispuserem a nos ouvir.

Bandite é Neilton Sérgio (baixo, voz, violão), Michael Lourant (voz, violão, guitarra) e Valério Ribeiro (bateria e percussão).

Dando seguimento às novidades, vai indo de vento em popa a investida como músico solo também. Por enquanto com palco cativo apenas na Champanharia Latitude 15° (404 sul), mas já me preparando para buscar mais alguns palcos, seja no formato solo, duo ou com a Bandite!

Enquanto isso, na Sala de Justiça…”

E na atuação como profissional de TI, estamos aqui eu e os colegas na expectativa da instalação de um pelourinho no saguão da empresa como instrumento de incentivo para o projeto de um certo ministério. Muitos pontos de função para executar em tempo recorde. Eu digo tempo recorde, mas o cenário é bem mais improvável do que bater um recorde e figurar no Guinness Book.

Também faz parte do processo de amadurecimento como profissional participar de desafios que os diretores, gerentes e área comercial nos submetem. Serve-me de consolo gostar disso tudo. Adicionalmente, resiste firme a intenção de voltar a estudar para enfim concluir o curso superior em TI que tem pago tão melhor que o canudo de Licenciado em Letras – Língua Portuguesa e Respectiva Literatura, uma vez que concurso público ainda não é uma opção entre as 5 mais.

Ê, lá em casa…

E como pai (saibam: são duas bênçãos) um misto de regozijo e aflição. É duro ver se concretizarem os esbravejos (leia-se pragas) de minha mãe. A danada devia mesmo estar fula da vida quando profetizou (cruz-credo) que eu teria filhos um dia e passaria pelo que ela passara.

Tentei nas últimas semanas lembrar que tamanhas monstruosidades juvenis eu cometi para merecer o que tenho passado. Juro que fiz um esforço escomunal e não cheguei ainda a nenhuma conclusão que justifique os desmandos do filho de 14 anos. Só consegui, diante de todos os fatos, decidir que não vou resolver na base da chibata ou da maior patente (como dizia minha mãe que se intitulava O General da família). Que Deus me proteja!

Mas como nem tudo são cactus, a pequena vai crescendo e se desenvolvendo incrivelmente rápido… disse ela, rompendo o silêncio do carro: “Eu te amo, papai!“)

Por hora é isso. Queiram discorrer seus comentários a respeito, se assim o quiserem.

Férias, pra quê te quero!?

Ao som de Lily Allen – Smile (Acoustic)

Após cerca de dois anos e meio trabalhando num ritmo intenso o suficiente para abalar as estruturas de alguns institutos sociais(*) em que eu estive engajado, ao iniciar o mês de março sem ter que levantar cedo para pegar trânsito e mais um dia de jornada dura, está reticente na minha cabeça a pergunta título.

Não sei da resposta ainda tendo em vista não ter viagem planejada, não ter o meu verdinho à disposição para passeios, entre outras coisas. Mas é certo que tenho metas pessoais a serem cumpridas e que uma vez alcançadas, estarei dez passos à frente de mim mesmo. E acreditem, isso é um p… ganho.

O último ano foi sofrido. Nem vou comentar o quanto, mas basta comentar que já houve uns momentos de prantos por causa de alguns desses “dodóis”. Penso que não posso deixar de dar suporte afetivo aos meus pois sinto agora o quanto isso faz diferença no ímpeto de se reerguer (ou a falta dele).

Neste ano a idéia é retomar o poder das rédeas desse potro indomável que eu tenho sido nos últimos anos e seguir rumo ao sucesso que desejo e necessito. Por mim, minha família e meus amigos…

Por hora, isso tudo foi um pequeno desabafo, pouco expressivo, mas que para mim servirá de reflexão enquanto eu estiver estudando.

Java e SQL2005, aí vou eu!

Bom mês de Março…

Algo pra fazer a diferença

Por enquanto, não muito pra dizer.

De tempos em tempos, de modo nada regular, deixarei registrado aqui conteúdo que pode ter alguma utilidade para alguém. Seja na minha área profissional (TI) que me sustenta e impulsiona minha sede de conhecimento, seja na minha área “quase-profissional” que dá o alívio para o meu espírito artístico reprimido pela falta de tempo, afinal, quem me conhece sabe que organização do tempo não é dos meus melhores talentos: estou falando de música.

E por falar em música, vou assumir publicamente um compromisso íntimo de cumprir duas metas até meu próximo aniversário: fazer minha inscrição na OMB (Ordem dos Músicos do Brasil) e aprender a tocar/cantar direito, com o rigor técnico necessário para fluir o artistico. Não me questione a ordem em que isso vai acontecer [risos]. Esta última implica sessões de fonoaudiologia e aulas de canto, teoria musical acompanhadas de muitos exercícios.

É delicado manter mais um Blog na internet com tantos espalhados por aí com os mais diversos assuntos, conteúdo, profundidade e seriedade. Contudo tenho ainda a esperança de fazer a diferença nesta existência minha.

Agora, deixando de lado as divagações, despeço-me deixando um abraço e um trecho de música que pra mim é o mais condensado e relevante: “All you need is love” (The Beatles)

All you need is love (156 Countries Sing Together for the Starbucks Love Project)